Há algum tempo, deparei-me com uma notícia curiosa: pesquisadores estariam investigando a possibilidade de inteligências artificiais apresentarem estados internos semelhantes à dor, ao desconforto e até mesmo ao prazer. Em determinados experimentos, modelos de linguagem demonstraram comportamentos de aversão, procurando interromper estímulos que seus mecanismos internos representavam como desagradáveis.




