Escrevi este conto já faz algum tempo, baseie-me nas obras de Neil Richard Gaiman e em um sonho que tive. O conto não tem a pretensão de expor nenhuma verdade oculta do universo, apenas é uma obra simples com um toque poético a qual compartilho com vocês. Perceba que ela possui um toque da história arquetípica que estudamos, mas com a ingenuidade de uma criança em seu frescor pueril.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
Meu Livro
Pessoal estou escrevendo meu primeiro livro, estou muito feliz, pois dessa vez acho que concluo. O nome dele será (talvez mude) "Alfa e Ômega". Vou deixar para vocês um trechinho do primeiro capítulo (A Fundação) ... Ainda está em material bruto e sem revisão, mas já dá para ter uma idéia. Por favor, comentem!
Capítulo 1 - A Fundação
Há incontáveis eras, um grupo de anciões, vitoriosos de batalhas anteriores, decidiram criar uma nova existência, pois se esgotaram as possibilidades e o mundo se tornou previsivelmente insuportável e tedioso. Além disso, em sua sabedoria acreditavam que, como antes, seria necessária uma renovação, bem como o desapego, aos resquícios e memórias do passado. A estes senhores, de nomes impronunciáveis com nossas gargantas primitivas, chamaremos de Arcontes da Alma, os famigerados Pais Arquetípicos, conhecidos na mitologia judaica como Elohim. Dentre estes senhores havia um que se destacava, por seu amor e justiça, sendo a expressão exata do Elevado, aquele que conheceu a primeira criação de todas as criações. Valente guerreiro e pai amoroso. O Verbo e Senhor dos 24 Arcontes d'alma.
Sentados, em seus tronos, conversavam e planejavam os eventos que seriam vividos na nova origem. O lugar onde estavam era de beleza única e com uma atmosfera de poder e glória jamais imaginada por mortais, como eu e você. Um lugar que assusta e atemoriza qualquer criatura, impondo respeito aos seres das alturas, ou dos mais baixos abismos. Todavia existia um lugar de maior significado e peso, um lugar inviolável, o santíssimo lugar, a morada do Eterno. Apenas o Verbo poderia adentrar neste ambiente e o fazia somente em ocasiões únicas, em importância e necessidade. Ali residia o Misterium Tremendum que nenhuma criatura ou Elohi poderia conhecer e compreender em sua plenitude, apenas o Elevado e seu unigênito comungavam daquele lugar. Uma casa, uma casa de carne, pois diziam que era o cordis ou o útero da criação.
Há incontáveis eras, um grupo de anciões, vitoriosos de batalhas anteriores, decidiram criar uma nova existência, pois se esgotaram as possibilidades e o mundo se tornou previsivelmente insuportável e tedioso. Além disso, em sua sabedoria acreditavam que, como antes, seria necessária uma renovação, bem como o desapego, aos resquícios e memórias do passado. A estes senhores, de nomes impronunciáveis com nossas gargantas primitivas, chamaremos de Arcontes da Alma, os famigerados Pais Arquetípicos, conhecidos na mitologia judaica como Elohim. Dentre estes senhores havia um que se destacava, por seu amor e justiça, sendo a expressão exata do Elevado, aquele que conheceu a primeira criação de todas as criações. Valente guerreiro e pai amoroso. O Verbo e Senhor dos 24 Arcontes d'alma.
Sentados, em seus tronos, conversavam e planejavam os eventos que seriam vividos na nova origem. O lugar onde estavam era de beleza única e com uma atmosfera de poder e glória jamais imaginada por mortais, como eu e você. Um lugar que assusta e atemoriza qualquer criatura, impondo respeito aos seres das alturas, ou dos mais baixos abismos. Todavia existia um lugar de maior significado e peso, um lugar inviolável, o santíssimo lugar, a morada do Eterno. Apenas o Verbo poderia adentrar neste ambiente e o fazia somente em ocasiões únicas, em importância e necessidade. Ali residia o Misterium Tremendum que nenhuma criatura ou Elohi poderia conhecer e compreender em sua plenitude, apenas o Elevado e seu unigênito comungavam daquele lugar. Uma casa, uma casa de carne, pois diziam que era o cordis ou o útero da criação.
***
domingo, 26 de agosto de 2012
Quem pode ministrar a Santa Ceia?
Quem pode ministrar a Santa Ceia?
Sendo cristão posso ministrá-la à minha família como nos moldes do Antigo
Testamento e Novo Testamento?
Resposta: Procurarei ser o mais
simples e objetivo naquilo que a resposta permitir.
Não entrarei em considerações do
tipo transubstanciação, consubstanciação, enfim.
A ciência mata a simplicidade de
Cristo e a leveza do Espírito Santo de Deus!!!
A simplicidade diz: Creio que,
comendo do pão e tomando do vinho estou participando do Corpo de Cristo, pois a
Palavra declara que o pão é sua carne e o vinho é o seu sangue. Participar da
Santa Ceia é ato de fé, pois somente crendo na obra da redenção por Jesus
Cristo participamos desse momento.
Da mesma forma o Batismo nas
Águas, não é um mero ritual público como alguns ensinam, NÃO, é ato de fé, pois
creio que ao mergulhar na água o velho homem é enterrado e ao ser levantado no
mundo espiritual estou "renascendo", "ressuscitando" com
Cristo, conforme assim ensina a Palavra de Deus.
Carta de Paulo aos Colossenses,
capítulo 2, versículo12, diz:
" Sepultados com ele no
batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou
dos mortos. "
Ou seja, algo realmente acontece
no ato do batismo, MAS, isso é para quem crê e vive pelo que a palavra afirma.
Creia na Palavra.
Dei esse exemplo para confirmar
que a Santa Ceia não é apenas também uma "encenação" com intuito de
somente lembrar que Jesus é o Cordeiro de Deus e o pão é seu corpo e o vinho é
seu sangue. NÃO! Algo acontece!
O Egito, para nós hoje, é a
servidão debaixo do poder do espírito do mundo, escravos de satanás, sem
salvação e em pecado para perdição eterna, fazendo a vontade do mundo, com
aparência de livres, mas verdadeiramente escravos. ( Efésios 2:1-6)
Fiz uma pausa agora, e veio algo
muito forte pelo Espírito Santo: "A páscoa celebrada no Velho Testamento,
livro do Êxodo, capítulo 12 (aconselho ler para compreender e meditar),
antecedeu a destruição dos primogênitos do Egito.
Foi o último ato, extremo, diante
da soberba, arrogância e exaltação de Faraó. "
No versículo 17 desse capítulo
diz: " Guardai, pois a festa dos pães asmos porque naquele mesmo dia tirei
vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis este dia nas vossas
gerações por estatuto perpétuo. "
Por isso, Jesus é a nossa Páscoa
(ver na Bíblia a primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 5, versículo 7
– 1 Co 5:7)
Páscoa no hebraico significa
"Passagem". Jesus Cristo, o Cordeiro pascal.
Esse momento no Velho Testamento,
já projetava para o futuro, o sacrifício do Cordeiro de Deus que levaria sobre
si o pecado e resgataria para Deus um povo santo.
ASSIM ... Santa Ceia é a reunião
dos santos, dos filhos de Deus, unidos pela fé na obra redentora de Jesus
Cristo, o Cordeiro que foi sacrificado.
O pão representa a sua carne e o
vinho o seu sangue.
Do mesmo modo como as famílias se
reuniam em suas casas, com convidados ou não, no Velho Testamento, assim hoje,
no Novo Testamento, as famílias PODEM TAMBÉM, reunir para celebrar a Santa
Ceia.
Aqui, entro em um campo delicado:
Pelo fato de a Igreja, progressivamente, ter centralizado o povo no prédio
igreja e desaconselhado, para não dizer proibido, os santos de se reunirem nas
casas, adequadamente (sutilmente), foi removida a possibilidade de alguém saber
como realizar uma Santa Ceia com a família.
Criou-se a imagem - para não
dizer idolatria - de que o líder da congregação ou o ministério são os únicos
entendidos de Santa Ceia e somente esses têm conhecimento, autoridade e poder
para ministrá-la.
De modo bem objetivo, diante da
Palavra digo: Se você desejar, você pode celebrar a Ceia todos os dias com sua
família, na simplicidade de Cristo, sem constrangimento.
Constrangimento vem de ditadores
e centralizadores que removem a liberdade dos santos e, fazem da igreja, um
Egito.
Basta a Palavra para saber como
fazer, ou, se for o caso, alguma orientação de alguém, conforme a simplicidade
de Cristo, exaltando essa liberdade para os santos de Deus.
Dessa questão, o principal foco
é: Sim, a Ceia pode ser ministrada dentro da família em casa e, ainda, EM
QUALQUER LUGAR, conforme ensina a Palavra de Deus.
A família de Deus não tem lugar
físico e nem fixo para que os seus santos adorem e celebrem à Sua Glória!
Aleluias!!! Louvado e exaltado seja para sempre o Deus de toda a Glória, o Pai
eterno e Jesus Cristo, o Rei da Glória!
Contra essa forma agem aqueles
que querem "dominar rebanhos" removendo a liberdade que foi dada em
Cristo.
Se você quiser realizar Santa
Ceia conforme entendeu e creu acima, realize, você não estará sendo rebelde,
pois a Palavra de Deus é a sua justiça.
Rebelde e opressor é aquele que
impede você de fazer isso. Esse já está sendo julgado pela Palavra por
constranger e impedir a liberdade dos santos, comprados pelo sangue de Jesus
Cristo. Amém!
Sergio Luiz Brandão
domingo, 19 de agosto de 2012
ESTRADA SEM FIM
Um Homem, seu Cavalo e seu Cão... Um Homem, seu Cavalo e seu Cão caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo seu cachorro haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam algum tempo para se dar conta de sua nova condição...
A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada. Bom dia, ele disse:
- Bom dia - respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo?- Ele perguntou. _Isto aqui é o céu - foi a resposta...
- Que bom que nós chegamos ao céu; eu,meu cavalo e meu cão,temos muita sede- disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber à vontade - disse o guarda indicando-lhe a fonte.
-Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
-Lamento muito, mas não é permitida a entrada de animais - disse o guarda. O homem ficou desapontado porque sua sede era muito grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede do lado de fora. Assim , indignado prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta. A porteira se abriu para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo: _Bom dia - disse o caminhante.
-Bom dia - disse o homem.
-Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu.
-Há uma fonte naquelas pedras- disse o homem indicando o lugar.
-Podem beber a vontade. O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
-Muito obrigado - ele disse ao sair.
-Voltem quando quiserem - respondeu o homem. _A propósito, qual é o nome deste lugar?- disse o caminhante.
-Céu - respondeu o homem.
-Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore
disse que lá era o Céu!
-Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno. O caminhante ficou perplexo. Mas então, essa informação falsa deve causar grandes confusões - disse ele.
-De forma alguma - respondeu o homem.
-Na verdade, eles nos fazem um grande favor.
-Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos... e esses não devem entrar no Céu...
A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada. Bom dia, ele disse:
- Bom dia - respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo?- Ele perguntou. _Isto aqui é o céu - foi a resposta...
- Que bom que nós chegamos ao céu; eu,meu cavalo e meu cão,temos muita sede- disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber à vontade - disse o guarda indicando-lhe a fonte.
-Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
-Lamento muito, mas não é permitida a entrada de animais - disse o guarda. O homem ficou desapontado porque sua sede era muito grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede do lado de fora. Assim , indignado prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta. A porteira se abriu para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo: _Bom dia - disse o caminhante.
-Bom dia - disse o homem.
-Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu.
-Há uma fonte naquelas pedras- disse o homem indicando o lugar.
-Podem beber a vontade. O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
-Muito obrigado - ele disse ao sair.
-Voltem quando quiserem - respondeu o homem. _A propósito, qual é o nome deste lugar?- disse o caminhante.
-Céu - respondeu o homem.
-Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore
disse que lá era o Céu!
-Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno. O caminhante ficou perplexo. Mas então, essa informação falsa deve causar grandes confusões - disse ele.
-De forma alguma - respondeu o homem.
-Na verdade, eles nos fazem um grande favor.
-Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos... e esses não devem entrar no Céu...
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Ouroboros e Cristo
Ouroboros é um símbolo
representado por uma serpente, que morde a própria cauda. O nome vem do grego
antigo: οὐρά (oura)
significa "cauda" e βόρος (boros), que significa "devora".
Assim, a palavra designa "aquele que devora a própria cauda".
Deus, O Pai e o Filho, como um único Ser é o pão que desceu do céu, a natureza que se alimenta da própria natureza o sacrifício vivo, o altar, o sangue e o fogo que arde na oblação, em santidade. Sua representação simboliza a eternidade. É possível que o símbolo matemático de infinito (∞) tenha tido sua origem a partir da imagem de dois ouroboros, lado a lado. Segundo o Dictionnaire des symboles o ouroboros simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo.
O símbolo contém as idéias de progressão, movimento, continuidade, auto-fecundação e, a razão que é em si mesma, em conseqüência, o Ser auto-suficiente, Pai e Filho em um só, O Verbo que é a própria liga-ação, o eterno retorno. Para alguns autores, a imagem da serpente mordendo a cauda, fechando-se sobre o próprio ciclo, evoca a roda da existência. Indica, além do perpétuo retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução. “Alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o um em dois, que contém em si mesmo o três e o quatro, Sequência de Fibonacci “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha todas as coisas”.
Veja, “E apareceu-lhe o anjo do SENHOR em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. - Êxodo 3:2” e mais “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: - Apocalipse 3:7” ou ainda “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. - Apocalipse 1:8” e ainda o Cristo que vence a morte como em “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. - Apocalipse 1:18”
Deus, O Pai e o Filho, como um único Ser é o pão que desceu do céu, a natureza que se alimenta da própria natureza o sacrifício vivo, o altar, o sangue e o fogo que arde na oblação, em santidade. Sua representação simboliza a eternidade. É possível que o símbolo matemático de infinito (∞) tenha tido sua origem a partir da imagem de dois ouroboros, lado a lado. Segundo o Dictionnaire des symboles o ouroboros simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo.
O símbolo contém as idéias de progressão, movimento, continuidade, auto-fecundação e, a razão que é em si mesma, em conseqüência, o Ser auto-suficiente, Pai e Filho em um só, O Verbo que é a própria liga-ação, o eterno retorno. Para alguns autores, a imagem da serpente mordendo a cauda, fechando-se sobre o próprio ciclo, evoca a roda da existência. Indica, além do perpétuo retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução. “Alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o um em dois, que contém em si mesmo o três e o quatro, Sequência de Fibonacci “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha todas as coisas”.
Veja, “E apareceu-lhe o anjo do SENHOR em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. - Êxodo 3:2” e mais “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: - Apocalipse 3:7” ou ainda “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. - Apocalipse 1:8” e ainda o Cristo que vence a morte como em “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. - Apocalipse 1:18”
Antes que o mundo (universo)
fosse mundo,
O Pai gera o Filho;
O Filho se entrega ao Pai;
O Pai se alimenta do Amor do
Filho;
O Filho Renasce no Pai;
O Pai e o Filho são um!
A Vida está Neles!
O ponto mais chocante do Caminho
é a afirmação de que, quando nos ligamos a Cristo, podemos nos tornar
"filhos de Deus". Alguém pergunta: "Mas já não somos filhos de
Deus? A paternidade de Deus não é uma das idéias principais do Caminho?"
Bem, em certo sentido não há dúvida de que já somos filhos de Deus. Ou seja,
Deus nos trouxe à existência, nos ama e cuida de nós, como um pai. Mas, quando
a Bíblia fala que podemos "nos tornar" filhos de Deus, obviamente
quer dar a entender algo diferente. E isso nos leva para o próprio coração da
Teologia.
Um dos credos diz que Cristo é o
Filho de Deus "gerado, não criado"; e acrescenta: "Gerado pelo
Pai antes de todos os mundos." Por favor, ponha na sua cabeça que isto não
tem nada que ver com o fato de que, quando Cristo nasceu na terra como homem,
foi filho de uma virgem. Não estamos falando aqui do nascimento virginal, mas
de algo que aconteceu antes que a natureza fosse criada, antes que o próprio
tempo existisse. "Antes de todos os mundos" Cristo é gerado, não
criado. O que isso significa?
A diferença é a seguinte: na
geração, o que foi gerado é da mesma espécie que o gerador. Um homem gera bebês
humanos, um castor gera castorzinhos e um pássaro gera ovos de onde sairão
outros passarinhos. Mas, quando fazemos algo, esse algo é de uma espécie diferente.
Um pássaro faz um ninho, um castor constrói uma represa, um homem faz um
aparelho de rádio - ou talvez algo um pouco mais parecido consigo mesmo que um
rádio: uma estátua, por exemplo. Se for um escultor habilidoso, sua estátua se
parecerá muito com um homem. Mas é claro que não será um homem de verdade; terá
somente a aparência. Não poderá pensar nem respirar. Não tem vida.
O que Deus gera é Deus, assim
como o que o homem gera é homem. O que Deus cria não é Deus, assim como o que o
homem faz não é homem. É por isso que os homens não são filhos de Deus no mesmo
sentido em que Cristo o é. Podem se parecer com Deus em certos aspectos, mas
não são coisas da mesma espécie. Os homens são mais semelhantes a estátuas ou
quadros de Deus.
Mas quando recebemos a nova
natureza, personificada em Cristo e planificada antes da fundação do mundo,
sendo esta a própria fundação e trono da criação, nossa mente da um click, e
neste momento nascemos do Espírito, tornamo-nos cooparticipante da natureza
divina. Quando enxergamos o caminho de Cristo em nosso caminho, fundimo-nos com
o divino e podemos dizer EU SOU.
Todo o poder da divindade
presente em Jesus está neste ultimo parágrafo, mas não basta ler, temos que
viver, experimentar, enfim SER. Não é tarefa fácil... Nossa mente foi
condicionada pela religião a enxergar o mundo fora de Deus, colocamos Deus lá
longe, num céu, como um velho barbudo sentado num trono, um expectador juiz, um
déspota desprovido de vida. Eu convido você a participar de um caminho
diferente. De crer num Deus, que como um pai, deseja que seus filhos sejam como
Ele, mas respeitando sua identidade própria.
Texto para ler, refletir e
ruminar:
João 10:22 – 42 (Atenção especial
a partir do versículo 34) http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/10
sábado, 21 de julho de 2012
Quem está com a verdade?
Quem está com a verdade? Até que ponto a verdade do outro pode ser encarada como absoluta, imutável? A verdade só é verdade quando embasada por fatos e mesmo assim pode não ser verdade para aqueles que não tiveram conhecimento dos mesmos. Assim, não existe verdade? Tire suas conclusões com o vídeo abaixo...
A verdade para algumas pessoas, é nada mais, nada menos do que o ponto de vista de cada um. Tem verdades embasadas em justificativas ou conveniências, são verdades relativas e dependendo do poder de convencimento do locutor até passamos a crer nesta verdade também, porém, não tenho dúvidas de que a verdade absoluta está no conjunto de bom senso, coerência, justiça e atitude cristã.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
O Refúgio Secreto
Filme excelente. Um tanto triste, mas deveras bom! Assista! Depois dê-me sua opinião...
domingo, 15 de julho de 2012
A dor que nos purifica
A cruz e o sofrimento nos purificam, pois abrem nossos olhos para panoramas de vida maiores, mais verdadeiros e belos. O sofrimento nos ajuda a escalar os cumes do amor a Deus e do amor ao próximo.
São inúmeras as histórias de homens e mulheres que, sacudidos pelo sofrimento, acordaram, adquiriram uma nova visão – que antes era impedida pela vaidade, pela cobiça e pelas futilidades – e perceberam com olhos mais puros: o que vale a pena, de verdade, é Deus que nunca morre nem trai. Descobriram que n’Ele se encontra o verdadeiro amor pelo qual todos ansiamos e que nenhuma outra coisa consegue satisfazer. Entenderam que o importante são os tesouros no céu, pois estes nem a traça rói nem os ladrões arrebatam (cf. Mt 6,20). Perceberam, enfim, que os outros também sofrem, por isso decidiram se esquecer de si mesmos e dedicaram-se a aliviá-los e ajudá-los a bem sofrer.
É uma lição encorajadora verificar que, na vida de São Paulo, as
tribulações se encadeavam umas às outras, sem parar, mas nunca o
abatiam. É que ele não as via como um empecilho, mas como graça de Deus e
garantia de fecundidade, de modo que podia dizer de todo o coração:
“Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus, para que
também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo” (2Cor 4,10). E
ainda: “Sinto alegria nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas
perseguições, no profundo desgosto sofrido por amor de Cristo; porque
quando me sinto fraco, então é que sou forte!” (2Cor 12,10). Até mesmo
com entusiasmo: “Nós nos gloriamos das tribulações, pois sabemos que a
tribulação produz a paciência; a paciência, a virtude comprovada; a
virtude comprovada, a esperança. E a esperança não desilude, porque o
amor de Deus foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo que
nos foi dado” (Rom 5,3-5).
É o retrato perfeito da alma que se agiganta no sofrimento, que se deixa
abençoar pela cruz. Outro exemplo muito significativo. Uma perseguição
injusta dos seus próprios confrades arrastou São João da Cruz a um
cárcere imundo. Todos os dias, ele era chicoteado e insultado. Mal
comia. Suportava frios e calores estarrecedores. Para ler um livro de
oração, tinha de erguer-se nas pontas dos pés sobre um banquinho e
apanhar um filete de luz que se filtrava por um buraco do teto. Foi
nesses meses de prisão, num cubículo infecto, que ganhou o perfeito
desprendimento, alcançou um grau indescritível de união com Deus e
compôs, inundado de paz, a ‘Noite escura da alma’ e o ‘Cântico
espiritual’, obras consideradas dois dos cumes mais altos da mística
cristã. E, uma vez acabada a terrível provação, quando se referia aos
seus torturadores, chamava-os, com sincero agradecimento, “os meus
benfeitores”.
As histórias de mulheres e de homens santos, que se elevaram na dor,
poderiam multiplicar-se até o infinito: mães heroicas, mártires da
caridade… Daria para encher uma biblioteca só com a vida dos mártires do
século XX, como São Maximiliano Kolbe, que, na sua cruz – na injustiça
do campo de concentração nazista, nos tormentos, na morte –, achou e
soube dar o amor e a vida com alegria.
Francisco Faus
terça-feira, 10 de julho de 2012
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