quarta-feira, 23 de junho de 2010
A HISTÓRIA DOS BARCOS DE GAZA SEGUNDO UMA BRASILEIRA NO EXÉRCITO DE ISRAEL
Recebemos o relato de Ana Luiza Tapia, uma brasileira que há cerca de 2,5 anos está servindo na área médica do Exército de Israel.
Ela conta com suas palavras um pouco do que se passou por lá em relação à frota de navios com “ajuda humanitária”. (Colaboração de Uri Lam).
Nota do editor: O texto abaixo está publicado da mesma forma que o recebemos, sem nenhum tipo de edição ou correção.
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Oi a todos!
Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou bem, ótima.
Eu peço desculpas por não escrever mais freqüentemente, mas no exército é assim.
Não temos tempo para nada.
Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história.
Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero.
Eu continuo a mesma Ana de sempre.
Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos.
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM MUITAS CORES.
Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a tocar.
Possíveis conflitos em Gaza?
Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos.
Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base.
No caminho, me explicam a situação.
Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza.
Li todos os registros fornecidos pela inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza.
O acordo entre Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo NOSSO exército a Gaza.
Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente.
E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas sejam enviados ao Hamas, grupo terrorista que controla Gaza.
Dessa forma, evitamos uma nova guerra.
Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar.
Disseram que eles mesmos entregariam a carga a Gaza.
Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar.
Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza.
ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h – Minha chegada em Gaza.
Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos.
E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados.
Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito.
Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, nove morreram.
Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo.
Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES HOSPITAIS EM ISRAEL.
Entre nós, nove feridos.
Tiros, facadas e espancamento.
Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e seis tiros no tronco.
Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém.
E não o fizeram.
Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro.
Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU.
Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio.
Ele teria sim sido atacado pelo mar.
E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes.
Mesmo com braceletes dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir.
Um deles cuspiu no nosso cirurgião.
Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo.
ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio.
Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel.
Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado.
LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS.
ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio.
Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza.
Nós não queremos mais guerra.
MAS JAMAIS VAMOS PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem.
Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra?
Onde eles querem chegar com isso?
ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL.
E CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO.
NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO MUNDO TODO.
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende.
E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER.
TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA.
TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI.
E PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ.
DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira.
Mas nesta semana chorei.
De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente destorcidas.
E isso é lamentável.
Não me entendam mal.
Eu não acho que todos os árabes são terroristas.
MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É.
E que esta guerra não é só contra Israel.
O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe.
Nós só somos os primeiros da lista negra.
Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos.
Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor.
Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Um beijo a todos,
Shabat Shalom
Ana Luiza Tapia
Brasileira, Médica e Oficial do Exército Israelense
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Blog da minha amiga e aluna Angelita
Se puderem dêem uma passadinha lá...
O blog é muito bem humorado, engraçado e inteligente, vale a pena conferir...
Eis o link:
http://ponto-geh.blogspot.com/
sábado, 12 de junho de 2010
O Plano Eterno
A BENCÃO DA SANIDADE MÍNIMA
Se somos todos pecadores, somos também todos ruins da cabeça, de um modo ou de outro.
Por isto, não existe o ser “cabeça feita”.
Existe, sim, aquele que não liga para a cabeça de quem quer que seja; e também existe aquele que tenta ser um fazedor de cabeças.
Um sofre de apatia...
O outro sofre de excesso de antipatia...
de ser também empaticamente anti-pática, e antipaticamente simpática, quando houvesse a-simpatia essencial nos encontros humanos.
Só Jesus foi capaz disso o tempo todo.
Assim, todos nós somos mentalmente incapazes de viver em perfeito equilíbrio.
Ora, o normal é ser assim: mentalmente incapacitado de certas coisas, ou de certos discernimentos...
A gente entende...
Errar é humano...
Mas isso não nos põe na categoria dos mentalmente doentes. Apenas torna as nossas vidas enfermas da presunção de saúde: que é a doença dos sãos, os que não precisam de médico; ou a doença dos doentes que não querem cura.
Há, todavia, um outro nível básico e cotidiano pelo qual se pode aferir a saúde relativamente aceitável de cada um de nós: pelo modo como nos comportamos em relação ao próximo quando temos a condição de ajudá-lo ou de tornar a vida de todos mais fácil.
Você sabe se uma pessoa é “balanceada” — a própria palavra pressupõe uma oscilação — se ela sabe abrir espaço justo e verdadeiro entre os seus semelhantes.
Num outro nível, ainda mais rotineiro, nós temos que viver a partir da presunção de sanidade coletiva.
É apenas por esta razão que a gente dorme no ônibus, pega um avião, entra num táxi, faz uma curva de carro quando outro carro faz a mesma curva na direção oposta...
Em qualquer dos casos você confia na saúde da interação humana.
O motorista do ônibus quer voltar para casa.
O piloto do avião teria uma maneira melhor de se suicidar do que derrubando o próprio avião.
E o motorista do táxi está apenas tentando ganhar dinheiro, mas se pudesse estaria vendo um bom jogo de futebol sentando na poltrona de casa.
Então, somos os enfermos de mente que temos que confiar na sanidade uns dos outros até para fazer uma curva de carro na esquina...
Aonde isso nos leva?
Bem, para mim leva a mundos infindáveis, mas aqui quero apenas mencionar um deles.
Você já imaginou o tamanho da proteção que Deus dá à mente humana?
Ficamos assombrados com o mar...
Mas, e com a mente?
Ao mar Deus pôs limites, dos quais ele não passará. E ele o obedece.
Mas e quem põe limites àquele que é o pervertedor das mentes pervertidas?
O diabo teria inimaginável poder na Terra se o Deus de Jó não dissesse a ele: "Não lhe toques a mente!"
Nossas “doenças mentais”, em geral, ainda são meigas e dóceis se comparadas àquilo que o “mal” poderia realizar em nós — que temos a mente furada como um queijo suíço! — se não houvesse um capacete invisível sobre as mentes de todos os homens!
Vivemos, entretanto, dias nos quais é possível sentir que a camada protetora está ficando fina...
O Apocalipse nos diz que chega o tempo em que seres antes acorrentados são liberados a fim de atormentar os homens... os quais desejam morrer... e não conseguem.
Daí procederá a pior loucura coletiva!
É a loucura de existir... acompanhada por ardente ânsia de morrer...
Daí é que vem a loucura mais louca e mais destrutiva.
A loucura se instala coletivamente mais do que nunca quando uma coletividade perdeu a significação para existir.
Aí, cumpre-se Apocalipse 9.
Aí, cumpre-se aquilo que a humanidade jamais conheceu: a última loucura!
E é por se multiplicar a iniqüidade que faz o amor se esfriar de quase todos que se instala a última loucura.
O resto é apenas loucura.
O Apocalipse fala dela o tempo todo.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!
Quem tem coração grato, curve-se e adore!
Quem ainda não vestiu o Capacete da Salvação, ponha-o logo sobre a cabeça!
E o Deus da Paz guardará os vossos corações e mentes em Cristo Jesus, o Nosso Senhor!
Caio
OLHAR, PODER, CONTROLE E O MISTÉRIO DO PODER DE DEUS!
EU SOU
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Dica de site
http://videolog.uol.com.br/pipocaenanquim/videos/
domingo, 23 de maio de 2010
DIVINDADE HUMANA
O Pai gera o Filho;
O Filho se entrega ao Pai;
O Pai se alimenta do Amor do Filho;
O Filho Renasce no Pai;
O Pai e o Filho são um!
A Vida está Neles!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Frases
- "O Universo é uni apenas para um observador... Você! Cada observador, deforma seu universo apenas por SER."
- "Deus é a união de todos observadores, pois ELE é o SER. Nele eu e você somos UM".
- "É nas pequenas coisas que vemos a grandiosidade de Deus."
- "Se você me matar... Você inevitavelmente, na Eternidade Infinita, você me ressuscitará(por terrível falta de mim, saudades)!"
- "A distancia de um click do mouse... ou do seu cérebro!"
- "O NADA é TER TUDO e SER FELIZ com o POUCO ENORME QUE TENS!"
- "Sou, logo existo."
- "Não é o AMOR que doí, mas a PAIXÃO que arde"
- "O que doí não é o movimento, mas a quebra da inercia."
- "Deus criou o homem, para esquecer como é complicado ser Deus e sonhar SER homem."
- "EL=DEUS IN=DENTRO == ELOIN"
- "AMO, logo SOU"
- "Ainda bem... Que não quero estar feliz o tempo todo!"
- "Só sei que nada sei... Sócrates... Um bom pensamento pra dormir!"
- "Deus não é matéria. Deus é Espírito. Deus é a ação que faz a matéria ser matéria."
- "Ocupar lugar no espaço é distorcer o espaço. Quando mais você ocupa, mas você o dobra."
- "Quanto mais se aproxima da velocidade da luz, mais massa temos e mais distorcemos o espaço."
- "A luz é energia. É matéria acelerada a velocidade da luz. Então porque ela não ocupa lugar no espaço? Simples ela é o espaço."
- "Deus é luz, e Nele não há treva alguma."
- "Diante de Deus, até Deus se dobra"
- "Deus a tudo preenche, logo é onipresente".
- "Deus é o caminho, a verdade e a vida; O espaço, a luz e a matéria."
quinta-feira, 13 de maio de 2010
GÊNIOS INSENSATOS E BURROS SÁBIOS
Nós somos o que cremos. E o normal é que se fale, se pense e se viva conforme se creia.
“Eu cri, por isso é que falei. Também nós cremos, por isto é que falamos”.
Tem gente que pensa que a qualidade do pensar é determinada pela inteligência. Mas não é assim. Inteligência apenas determina sistemas lógicos, mas não a qualidade do pensar.
A qualidade do pensar é determinada pela fé mediante a qual a pessoa enxerga a existência.
Assim, pode-se ser um gênio e capaz de inventar coisas extraordinárias. Entretanto, ainda assim, ter uma qualidade de pensar insensata.
O que qualifica o pensar não é a inteligência, mas sim a sabedoria!
Ora, sabedoria nada tem a ver com inteligência, mas com gratidão amorosa e reverente para com Deus: o sentido da vida!
A qualidade do pensamento é diretamente vinculada à sua capacidade de ver a realidade e a ela atribuir significados e valores certos.
Alias, quando Jesus disse que “os filhos das trevas são mais hábeis em sua própria geração do que os filhos da luz”, Ele determinava que inteligência, rapidez de raciocínio e genialidade não necessariamente têm a ver com lucidez — luz.
A questão não é ver. A questão é o que fazer ante o que se vê.
O sábio vê o mal e dele se esconde.
O insensato vê o mal e o interpreta como uma oportunidade.
Ambos viram e vêem o mal. Porém, sob a camada do ver, em cada um dos dois — sábio e insensato — existe um olhar que nada tem a ver com o fato da pessoa ser um gênio ou um burro.
Há muitos gênios insensatos e há muitos burros sensatos!
Dois homens vêem uma maravilha da criação. Um deles não se ama, não se vê como tendo significado em relação aos demais seres humanos, e também sem nenhuma vontade de a eles servir pelo amor, mas, talvez, apenas pela chance de ter poder — e olhará para a maravilha que diante dele está, e poderá pensar: “Veio do nada, do acaso, dos dês-sentido”. Afinal, quem verá sentido em qualquer coisa se não o vir antes em si mesmo e em sua própria existência?
Já o outro homem a tudo vê com amor grato e reverente, enxergando sentido até na morte, até na dor, até no até...; e, por isso, diz: “Que maravilha! Eu e ela somos filhos do mesmo amor!”
Ora, tal homem não viverá no mesmo mundo do outro observador da maravilha, mesmo que estejam perfilados vendo a mesma coisa estupenda!
Quando o salmo diz “na Tua luz vemos a luz”, afirma que existe o que vemos, mas que isto é determinado pelo como e mediante o que vemos tudo, até a própria luz.
Quando se diz que Jesus seria objeto de contradição, se afirma também a mesma coisa, pois, o mesmo Jesus, visto em amor, é o Salvador; porém, visto sem amor, é apenas uma miragem buscando ser real, mas sendo vencida pelas forças do mundo real.
Ora, se meu pensar é determinado pelo meu crer essencial, o qual se vincula ao meu ver-sentir com ou sem amor e gratidão a existência [a partir da minha própria] — então, é sensato afirmar que a qualidade do crer que designará a qualidade do pensar, é equivalente ao vinculo que o crer tenha ao amar; pois, sem amor, não existe sensatez em nenhum olhar para si mesmo e para a existência.
A tentação do gênio, do filosofo, do cientista ou do vaidoso intelectual, é sucumbir à falácia de pensar que se pensa com o pensamento, esquecidos de que se pensa essencialmente com o coração, até quando alguém nega ter um.
Não existe razão pura entre os homens, mas apenas certa pureza de amor que qualifica certa pureza de pensar.
E tanto mais quanto o ver-pensar essencial seja definido pela fé que atua pelo amor, tanto mais limpo em sensatez será o olhar humano — seja o do gênio ou até mesmo o do burro.
Pense nisso!
Caio
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