sábado, 31 de julho de 2010

Tempo do fim

Oh! Profundidade

Oh! Profundidade

Oh profundidade das riquezas, tanto da sabedoria,
como do conhecimento de Deus!
Quão insondáveis são os seus juizos, e quão inescrutáveis os
seus caminhos.

Ah, porque quem compreendeu os intentos do Senhor?
ou quem foi seu conselheiro?
Ou quem lhe deu primeiro a ele?
Pra que lhe seja recompensado.

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas;
glória, glória, glória, glória, pois a Ele, eternamente. Amém!

O Milênio

Entenda mais sobre o reino milenar de Cristo...

A. Paz. O término da guerra pela unificação dos reinos do mundo sob o reinado de Cristo, juntamente com a prosperidade econômica, sãos frutos do reino do Messias (Is 2.4).

B. Alegria. A plenitude da alegria será marca característica da era milenar (Is 9.3,4; 12.3-6; 14.7,8; 25.8,9; 30.29; 42.1,10-12; 52.9; 60.15; 61.7,10; 65.18,19; 66.10-14; Jr 30.18,19; 31.13,14; Sf 3.14-17; Zc 8.18,19; 10.6,7).

C. Santidade. O reino teocrático será um reino santo, no qual a santidade é manifesta por meio do Rei e de seus súditos. A terra será santa, a cidade será santa, o templo será santo e os súditos serão santos no Senhor (Is 1.26,27; 4.3,4; 29.18-23; 31.6,7; 35.8,9; 52;1; 60.21; 61.10; Jr 31.23; Ez 36.24-31; 37.23,24; 43.7-12; 45.1; Jl 3.21; Sf 3.11,13; Zc 8.3; 13.1,2; 14.20,21).

D. Glória. Será um reino glorioso, no qual a glória de Deus encontrará plena manifestação (Is 24.23; 4.2; 35.2; 40.5; 60.1-9).

E. Consolo. O Rei ministrará pessoalmente a todas as necessidades, a fim de que haja pleno consolo naquele dia (Is 12.1,2; 29.22,23; 30.26; 40.1,2; 49.13; 51.3; 61.3-7; 66.13,14; Jr 31.23-25; Sf 3.18-20; Zc 9.11,12; Ap 21.4).

F. Justiça. Haverá administração de justiça perfeita a cada indivíduo (Is 9.7; 11.5; 32.16; 42.1-4; 65.21-23; Jr 23.5; 31.23; 31.29,30).

G. Pleno conhecimento. O ministério do Rei levará os súditos do reino ao pleno conhecimento. Sem dúvida haverá um ensinamento sem paralelo do Espírito Santo (Is 11.1,2,9; 41.19,20; 54.13; Hc 2.14).

H. Instrução. Esse conhecimento será dado pela instrução que emana do Rei (Is 2.2,3; 12.3-6; 25.9; 29.17-24; 30.20,21; 32.3,4; 49.10; 52.8; Jr 3.14,15; 23.1-4; Mq 4.2).

I. A retirada da maldição. A maldição original colocada sobre a criação (Gn 3.17-19) será eliminada, de modo que haverá produtividade abundante na terra. A criação animal será transformada, animais nocivos perderão o veneno e a ferocidade (Is 11.6-9; 35.9; 65.25).

J. A doença será eliminada. O ministério de curas do Rei será observado em toda a era, assim a doença e até mesmo a morte, exceto como medida de castigo de pecado público, serão eliminadas (Is 33.24; Jr 30.17; Ez 34.16).

L. Cura dos deformados. Acompanhando esse ministério haverá cura de toda a deformidade na instituição do milênio (Is 29.17-19; 35.3-6; 61.1,2; Jr 31.8; Mq 4.6,7; Sf 3.19).

M. Proteção. Haverá uma obra sobrenatural de preservação da vida na era milenar por intermédio do Rei (Is 41.8-14; 62.8,9; Jr 32.27; 23.6; Ez 34.27; Jl 3.16,17; Am 9.15; Zc 8.14,15; 9.8; 14.10,11).

N. Liberdade em relação à opressão. Não haverá opressão social, política nem religiosa naquele dia (Is 14.3-6; 42.6,7; 49.8,9; Zc 9.11,12).

O. Ausência de imaturidade. A idéia parece ser de que não haverá tragédias de corpos e mentes fracas e débeis naquele dia (Is 65.20). A longevidade será restaurada.

P. Reprodução dos povos vivos. Os santos que entrarem no milênio com seus corpos naturais terão filhos durante o período. A população da terra aumentará. Os nascidos no milênio ainda possuirão a natureza pecaminosa; logo, a salvação será necessária (Jr 30.20; 31.29; Ez 47.22; Zc 10.8).

Q. Trabalho. O período não será caracterizado por inatividade, mas haverá um sistema econômico perfeito, no qual as necessidades do homem serão abundantemente providas pelo seu trabalho naquele sistema, sob a direção do Rei. Haverá uma sociedade plenamente produtiva, suprindo as necessidades dos súditos do Rei (Is 62.8,9; 65.21-23; Jr 31.5; Ez 48.18,19). A agricultura bem como a manufatura proverão empregos.

R. Prosperidade econômica. A perfeita situação de trabalho trará uma economia abundante, de modo que não haverá falta ou necessidade (Is 4.1; 35.1,2; 30.23-25; 62.8,9; 65.21-23; Jr 31.5,12; Ez 34.26; Mq 4.1,4; Zc 8.11,12; 9.16,17; Ez 36.29,30; Jl 2.21-27; Am 9.13,14).

S. Aumento da luz. Haverá aumento da luz solar e lunar nessa era. O aumento de luz provavelmente será a causa do aumento da produção na terra (Is 4.5; 30.26; 60.19,20; Zc 2.5).

T. Língua unificada. As barreiras lingüísticas serão desfeitas, a fim de que haja livre comunicação social (Sf 3.9).

U. Adoração unificada. Todo o mundo se unirá na adoração a Deus e ao Messias (Is 45.23; 52.1,7-10; 66.17-23; Zc 13.2; 14.16; 8.23; 9.7; Sf 3.9; Ml 1.11; Ap 5.9-14).

V. A presença manifesta de Deus. A presença de Deus será plenamente reconhecida e a comunhão com Ele será experimentada em uma dimensão sem igual (Ez 37.27,28; Zc 2.2,10-13; Ap 21.3).

X. A plenitude do Espírito. A presença e a capacitação divina serão a experiência de todos que estiverem sujeitos à autoridade do Rei (Is 32.13-15; 41.1; 44.3; 59.19,21; 61.1; Ez 36.26-27; 37.14; 39.29; Jl 2.28,29; Ez 11.19,20).

Z. A perpetuidade do estado milenar. O que caracteriza a era milenar não é visto como temporário, mas eterno (Jl 3.20; Am 9.15; Ez 37.26-28; Is 51.6-8; 55.3,13; 56.5; 60.19,20; 61.8; Jr 32.40; Ez 16.60; 43.7-9; Dn 9.24; Os 2.19-23).

Texto extraído do orkut e o originalmente postado por Gabriel de Oliveira.


O REINO DO CÉUS





sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Arrebatamento

Sabe o que é?
Está preparado?
Procure saber.
Prepare-se!








»APOCALIPSE [14]

1 E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai.
2 E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas.
3 E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra.
4 Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro.
5 E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis.
6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,
7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.
9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão,
10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome.
12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
13 Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham.
14 E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, que tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro, e na mão uma foice afiada.
15 E outro anjo saiu do santuário, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e ceifa, porque é chegada a hora de ceifar, porque já a seara da terra está madura.
16 Então aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi ceifada.
17 Ainda outro anjo saiu do santuário que está no céu, o qual também tinha uma foice afiada.
18 E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Lança a tua foice afiada, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras.
19 E o anjo meteu a sua foice à terra, e vindimou as uvas da vinha da terra, e lançou-as no grande lagar da ira de Deus.
20 E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até os freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

As duas formas de ver o mundo

"Há duas maneiras de se ver a vida: Uma é pensar que não existem milagres e a outra é acreditar que tudo é um milagre." - Um sábio cientista



Há muito mais chances das coisas serem diferentes do que elas são. Por exemplo, para eu ser eu, tive que passar num sorteio muito mais difícil do que ganhar na loteria, se o espermatozoide e o óvulo fossem outros, eu não seria eu. Agora pense em meus antepassados, e em seus gametas geradores, se você desconsiderar as outras possibilidades, só um milagre mesmo para EU SER EU. Afinal EU SOU é um milagre...


A Abominação da Desolação

Daniel 12:

1 E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.

Marcos 13:

14 Ora, quando vós virdes a abominação da desolação estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes;
15 quem estiver no eirado não desça, nem entre para tirar alguma coisa da sua casa;
16 e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.
17 Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!
18 Orai, pois, para que isto não suceda no inverno;
19 porque naqueles dias haverá uma tribulação tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá.
20 Se o Senhor não abreviasse aqueles dias, ninguém se salvaria mas ele, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.






Por que em fé esperamos no amor!

A ciência é uma ferramenta e não o fim. E às vezes a ignorância é uma bênção, saber demais é pesado e triste. No futuro, mas no futuro mesmo, conheceremos como somos conhecidos. Lá muita coisa não terá importância, pois já se passaram. Veremos que o ter, a matéria é desnecessária, viveremos num mundo de conceitos. Então perceberemos que conhecer tudo e tudo poder é vaidade e aflição de espírito. Então nos lembraremos do amor e como ele nos dava felicidade e fazia valer a pena. Veremos que a limitação é necessária e torna as coisas interessantes. No fim conheceremos o AMOR em plenitude e aprenderemos que a entrega renova todas as coisas e a entrega total é perfeita. Então só restarão três coisas que são uma, a FÉ, a ESPERANÇA E O AMOR. Por que em fé esperamos no amor! Então tudo será entregue ao Dom da Vida, porque o maior destes três É!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Adoração à trindade

Adoração à Trindade

Elaine de Jesus

Composição: Elizeu Gomes

São três, num só
Distintos mais iguais: é sopro, é sangue é fogo
O que um diz, todos fazem
Um trono, um governo, um cetro, um céu, um só decreto
Três pensamentos num ideal
Uma unidade, três corações
Um pede, um geme, um opera -- os três se alegram
Um perdoa e justifica
O outro confirma e salva
O terceiro enche o crente de uma graça tão latente
Que é o fogo que reveste e purifica todo crente

É o Pai, é o Filho é o Espírito que arde o coração
As mãos furadas, que quanto toca, cura os enfermos na unção
O céu se abre e rompe o véu, destila o mel
Todos mistérios escondidos derramando sobre os ungidos
O céu desceu com glória, e invadiu este lugar
Ouço trombetas, a terra treme, vejo o Sinai a fumegar
Um fogo santo vem queimando, sacudindo a nossa alma
Dá vontade de voar

Quando os serafins, dizem: Santo, Santo, Santo
É uma expressão de adoração pra cada um
Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito
A presença do Deus vivo em três manifestações

Um pede, um geme, um opera -- os três se alegram
Um perdoa e justifica
O outro confirma e salva
O terceiro enche o crente de uma graça tão latente
Que é o fogo que reveste e purifica todo crente

É o Pai, é o Filho é o Espírito que arde o coração
As mãos furadas, que quanto toca, cura os enfermos na unção
O céu se abre e rompe o véu, destila o mel
Todos mistérios escondidos derramando sobre os ungidos
O céu desceu com glória, e invadiu este lugar
Ouço trombetas, a terra treme, vejo o Sinai a fumegar
Um fogo santo vem queimando, sacudindo a nossa alma
Dá vontade de voar

Glória ao Pai, glória ao Filho, glória ao Espírito
Glória ao Pai, glória ao Filho 2x
Glória ao Espírito de Deus