sexta-feira, 8 de abril de 2011

Colisão na Cruz

A cruz de Cristo é a verdade revelada do julgamento de Deus sobre o pecado. Nunca associe a idéia de martírio com a Cruz de Cristo. Ela foi o triunfo supremo, e que abalou os alicerces do inferno. Não há nada no tempo e na eternidade mais absolutamente certo e irrefutáveis ​​do que aquilo que Jesus Cristo realizou na Cruz. Ele tornou possível a toda a raça humana ser trazida de volta a um relacionamento correto com Deus. Ele fez da redenção o fundamento da vida humana, isto é, Ele fez um caminho para qualquer pessoa a ter comunhão com Deus.

A cruz não foi algo que aconteceu a Jesus – Ele veio para morrer, a Cruz era o Seu propósito ao vir. Ele é "o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Apocalipse 13:8). A encarnação de Cristo não teria sentido sem a cruz. Tome cuidado de separar o "Deus foi manifestado na carne..."
do "...Ele o fez...pecado por nós..."(I Timóteo 3:16, II Coríntios 5:21). O propósito da encarnação foi a redenção. Deus veio em carne para tirar o pecado, não para realizar algo para si mesmo. A Cruz é o acontecimento central na vida e na eternidade, e a resposta para todos os problemas de ambos.

A cruz não é a cruz de um homem, mas a cruz de Deus, e isso nunca pode ser plenamente compreendida através da experiência humana. A Cruz é Deus exibindo sua natureza. É a porta através da qual toda e qualquer pessoa pode entrar em unidade com Deus. Mas não é uma porta que atravessamos, é aquela em que permanecemos na vida que lá se encontra.

O coração da salvação é a Cruz de Cristo. A razão porque a salvação é tão fácil de obter é que ela custou muito a Deus. A cruz foi o lugar onde Deus e o homem pecador se fundiu em uma tremenda colisão e onde o caminho da vida foi aberto. Mas todo o custo e a dor da colisão foram absorvidos pelo coração de Deus.

My Utmost For His Highest
Daily Devotionals by Oswald Chambers

Patente aos olhos

Deus é o Verbo SER. O dínamo que faz tudo que existe SER. Em outras palavras, Ele, como VERBO, nos liga a tudo que existe! POR ISSO O VERBO SER É UM VERBO DE LIGAÇÃO. Algo que a religião, por ser a tentativa do homem se ligar a Deus, nunca irá conseguir, pois é DEUS que se liga ao homem! Neste contexto, DEUS é como o olho, pois quem olha não vê o próprio olho, mas se você refletir verá, nem que seja num espelho. Verá sua imagem e semelhança! Algo que sempre esteve patente aos olhos, mas insistimos em dizer e duvidar da existência!

Daltonismo Divino

Jesus é 100% Deus e 100% Homem...

Ele obedeceu a LEI cabalmente...

O primeiro mandamento diz:

Amarás a Deus sobre todas as coisas.

Jesus amou a si mesmo sobre todas as coisas, adorando a Deus, porque Ele era Deus!

O segundo mandamento diz:

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Jesus amou o próximo como Ele mesmo, observe que Ele ama a si mesmo como Deus, logo Ele deve amar ao próximo como Deus. Amor tão forte e apaixonado que terminou em morte e morte de cruz. Jesus como Deus enxergou no próximo o próprio Deus e nesse amor, Ele adorou ao Pai.

Assim também somos nós, os verdadeiros seguidores do caminho... Nós adoramos o que conhecemos, ainda que em parte, mas quando Ele se manifestar o adoraremos em plenitude.

1a. Corintios
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

Lembre-se... A chave para entender é crer em fé que DEUS É AMOR! Aprenda a enxergar seu EU em DEUS. ELE ESTÁ BEM NO MEIO DE DEUS

domingo, 3 de abril de 2011

"O zero é indivisível; tudo dividido por ele é ele mesmo."

"O zero é indivisível; tudo dividido por ele é ele mesmo." --> Muita gente tem esse conceito, mas está totalmente errado!

Essa informação está errada, pegue uma calculadora, pode ser a do windows e tente dividir 1/0. Verá que a calculadora falha, mas porque isso acontece? Simples, o valor dessa divisão extrapola o conteúdo dos registradores da calculadora que armazenam o resultado (ou pelo menos os programadores capturam esse erro antes que cause algo mais sério). Na matemática e física chamamos isso de singularidade. Vou ver se consigo te explicar:

O que é uma divisão? Bom, por exemplo, 8/2 aqui estou simplesmente perguntando quantos "dois" existem dentro do "oito". 2+2+2+2, são 4 dois. E dentro do "um" existem quantos zeros? Para finalizar a conversa vou responder logo... Assim como no "um" há infinitos "zeros" posso dizer também que no "um" há zero "zeros (No "um" há o somatório infinito dos zeros que é "zero"). No todo, no uno, no universo, não há nada, pois nada simplesmente não pode haver, pois se há deixa de ser nada, e passa a existir. No tudo, nada continua não sendo nada, pois se fosse não seria.

Observando de outra forma: Para dividir um seguimento qualquer de reta em infinitas partes qual tamanho deve ser cada parte? A resposta é simples, deve ser do tamanho do ponto. O ponto não tem altura, nem largura e muito menos profundidade. Ele é adimensional, ou seja nada mede! Por isso, na reta "cabem" infinitos pontos! Assim como no "1" existem infinitos "0s"!


Uma singularidade gravitacional (algumas vezes chamada singularidade espaço-tempo) é, aproximadamente, um ponto do espaço-tempo no qual a massa, associada com sua densidade, e a curvatura do espaço-tempo (associado ao campo gravitacional) de um corpo são infinitas. Mais precisamente, uma geodésica espaço-tempo que contenha uma singularidade não pode ser tratada de uma maneira diferencial contínua. O limite matemático de tal geodésica (tangente de 90) é a singularidade. A matemática é irracional, ou pelo menos não segue as regras do nosso universo 3D. A nossa mente ainda que parcamente entende a concepção de continuidade, mas não a pode expressar em palavras ou imagens, pois, como dizia Georg Cantor, o abstrato, só é tangível na mente!

Dê uma pesquisada nestes dois links para entender mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Singularidade_matem%C3%A1tica

http://pt.wikipedia.org/wiki/Singularidade_gravitacional

Entendeu? Comente...

O Perdão Eterno!


O Perdão é Eterno! Assim como a obra de Jesus na Cruz é eterna. O perdão é ETERNO! O poder do SANGUE é o perdão! E sem derramamento de sangue não há perdão. E quando CRISTO verteu seu sangue o PERDÃO FOI ETERNO! A Eternidade não é passado, presente ou futuro... A Eternidade é passado, presente e futuro, mas não só isso!... A ETERNIDADE É! Nela coexistem o tempo e o espaço! O Agora e o Ontem... Bem como o AMANHÃ! Estamos numa condição bem melhor que há do Éden, lá existia a possibilidade da MORTE, mas depois que aceitamos o PERDÃO de JESUS, passamos da morte para a VIDA, em toda sua expressão abundante! Só aceitando este perdão compreendemos a grandeza do amor de DEUS... Compreendemos, com todos os santos, a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade... e também o tempo do AMOR de DEUS, visto que DEUS É AMOR, SEU AMOR É ETERNO! A força do pecado já não mais age sobre nós! Tragada foi a morte, pois naquele dia, em que o dia se escureceu e as rochas se fenderam Yeshua levou cativo o cativeiro. De uma vez por todas! Esse é o milagre e força motriz da VIDA! Quando, o nosso eterno sumo sacerdote, o nosso, Senhor e Pai, rasgou o véu, aquilo que nos separava de DEUS, e nos fez FILHOS, NO FILHO, entrando de uma vez por todas no santo dos santos, no ÚTERO da CRIAÇÃO, com gemidos inexprimíveis, fomos gerados para uma nova realidade! Deixamos de ser apenas criaturas sem sentido e rumo, passamos a ter significado, TORNAMO-NOS FILHO! FILHO DO AMOR! FILHO DE DEUS! Seja ele expresso pelo PAI, FILHO OU ESPÍRITO SANTO! Gerados não da carne ou da força do homem, mas do ESPIRITO ETERNO! E o que vêm agora... Agora vêm tudo e tudo novo... Mas e se pecarmos? Que diferença isso faz? Já fomos perdoados! Mas, então posso pecar? Sim! Você pode, mas quem nasceu de novo não vive em pecado. Quem é perdoado sempre pede perdão e perdoa! Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém! Então devo pecar para que se venha a graça. É lógico que não! Mas o fato é que você vai pecar! Ou queres fazer Deus de mentiroso! Como disse João, filhinhos se pecardes, lembrei que temos um advogado, Jesus Cristo, o JUSTO! Os que são do alto, pensam, falam e agem como quem é do alto... E se aproxima do que é louvável! Mas o que é louvável? Não sou eu quem vou dizer! Aliás, sabe aquela frutinha lá do Éden? Aquela que comi em Adão? Morreu! Morreu uma morte ETERNA! E agora, sou fruto da VIDEIRA, DA VIDEIRA VERDADEIRA! O AMOR DE DEUS é como A UVA, posso te falar tudo sobre, mas você só vai entender se experimentar... Agora faz me um favor... Saia do computador! Vai ao ar livre e tome um gole do suco do fruto da videira verdadeira! A VIDA, A VIDA ETERNA! BEM VINDO AO CÉU! A NOSSA SEGUNDA CASA! APROVEITE CONTE PRA TODO MUNDO ISSO! PRO PRIMEIRO QUE APARECER! É SÉRIO!

sábado, 2 de abril de 2011

Fractal, Razão Áurea, Fibonacci, Planck e os Simpsons

Vocês já ouviram falar da razão áurea e da sequência de Fibonacci?

A razão áurea é definida algebricamente como:

(a+b)/a=a/b=φ=1,618...

Ou seja, ela divide algo de maneira mais harmônica possível em duas partes diferentes, de modo que podemos continuar a dividir e sempre se manterá essa harmonia desde que seja respeitada a proporção, onde o menor se colocado dentro do maior, o divide de forma a se tornar o maior e o restante o menor que poderá novamente ser dividido.

Por exemplo... imagine um seguimento de reta de 144 cm. Posso dividi-lo em dois menores, 55 e 34. Se eu subtraio 34 de 55 obtenho 21 logo a proporção de 34 e 21 o maior e o menor se mantêm. Vou seguindo assim até chegar a 0. Obtendo a sequência de fibonacci.

e a sequência de Fibonacci é 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144,... Sendo que cada número é a soma dos dois anteriores

Então, estava pensando eu... Se pegarmos os dois primeiros números de fibonacci:

a=1 e b=0 --> (a+b)/a=a/b

1+0/1=1/0 --> chegamos a um absurdo pois não podemos dividir um por nada.

Pensei muito tempo sobre isso. Por qual número poderia-se dividir o 1 que obedecesse a razão áurea. Um dia estudando sobre física quântica, mais especificamente sobre o comprimento de Planck tive um click pois o comprimento de Planck é 1,618 × 10^−35 m, ou seja, exatamente o valor da proporção áurea. Então pensei que se pudêssemos dividir algo menor que esse comprimento a energia seria tão absolutamente grande, quase como se reproduzíssemos o Big Bang por isto 1/0 tende ao infinito visto que 1/0,1= 10; 1/0,01=100; 1/0,001=1000 então 1/0 é infinito. Logo em cada minúscula partícula de matéria há energia suficiente para formar um universo inteiro, como um grande fractal, onde o todo forma a parte e a parte o todo. O zero como número aponta para o nada, então poderíamos dividir o 1 por 0?

Se minha hipótese estiver correta... Logo em cada minúscula partícula de matéria há energia suficiente para formar um universo inteiro, como um grande fractal, onde o todo forma a parte e a parte o todo. O zero como número aponta para o nada, então poderíamos dividir o 1 por 0? Imaginemos o 1 como sendo tudo. Ou seja a unidade do 1 seria o Universo (considerando que o universo seria tudo) e o 0 seria a ausência de tudo o nada. Dividindo o maior pelo menor 1u/0u teríamos o infinito. Juntando o tudo com o nada, ou pelo menos com algo que se aproxime de nada, pois seria tão pequeno e diminuto que qualquer coisa que estivesse nesta pequena porção do universo não poderia escapar, pois sendo ela tão ínfima que o espaço entre ela e o restante do universo é tão grande que nunca alcançaria a zona de escape. Mas a energia para dividir a matéria a tamanho tão absurdamente diminuto seria capaz de expandir novamente, recriando um novo universo.

Se não me engano é isso que o LHC quer fazer em escala menor.

Então escrevi o seguinte texto absorvendo alguns conceitos hebraico-cristãos antigos.

"Fractal... Fractal... Fractal... A parte está no todo, assim como o todo está na parte. Para o zero, o um é infinitamente grande, pois nem mesmo com infinitos zeros, chegamos a um. Mas com uns e zeros eu percorro o infinito. Tiro, na proporção exata, a mulher do homem, o negativo do positivo, o que está em cima do que está em baixo. Eu Sou, Eu Sou, Eu Sou o que é infinitamente pequeno e estrondosamente grande, mas que contém tudo que é necessário para formar o SER. Eu sou a proporção da beleza, o santo graal, o Hadit e Nuit, o Alfa e Omega, fora de mim não há existência. Não ore por suas próprias necessidades, pois sua oração não será aceita. Mas quando quiser orar, faça-o pela aflição da Cabeça. Pois qualquer que você esquecer, a Divina Presença também esquece. É porque o homem é uma "porção de Deus do altíssimo". Qualquer parte que falta, também existe no Todo e o Todo sente a falta da parte. Você deve portanto orar pela necessidades do Todo. Lembre-se, eu estou em você... Você é uma estrela, um deus ou deusa, mas como homem haveis de cair e como qualquer dos príncipes voltarás ao pó! Porém se seguires o meu fluxo e por dentro de meu veio andares, terá o meu nome sobre ti e meu sangue te reerguerá das cinzas. E perceberá que diante de Deus até Deus se dobra. Eu Sou, mas só Sou pelo que Sou... Ágape!"

Este vídeo dos Simpsons explica e ilustra muito bem o assunto:




Para finalizar a conversa vou responder logo... Assim como no "um" há infinitos "zeros" posso dizer também que no "um" há zero "zeros (No "um" há o somatório infinito dos zeros que é "zero"). No todo, no uno, no universo, não há nada, pois nada simplesmente não pode haver, pois se há deixa de ser nada, e passa a existir. No tudo, nada continua não sendo nada, pois se fosse não seria. Como disse uma vez, "O Nada é ter tudo... E ser feliz com o pouco enorme que tens!" 

Se você gostou deste conteúdo, considere ler o seguinte livro:




Sinopse:


Talvez no mundo em que vivemos, e em toda a história da humanidade, não haja um mistério tão intrigante quanto o que envolve o número PHI. Em 360 a.C. Platão em sua obra Timaeus, considerou a razão áurea, o número PHI, como a mais importante de todas as relações matemáticas, afirmando ser mesmo a chave da Física e do Cosmo. O número Phi é uma relação matemática mostrada por Euclides em 300 a.C. e conhecida pelos sumérios desde 3200 a.C. através do pentagrama, símbolo que os antigos consideravam mágico. A ligação do número PHI com a Natureza é extraordinária, desde os níveis relacionados aos átomos até os níveis galácticos, de distâncias inconcebíveis para o nosso intelecto e para a nossa imaginação. É fascinante como a matemática e a geometria interpretam e revelam os aspectos da natureza e da vida, se fundindo com a Biologia, Artes, Arquitetura, Astronomia, Música e... até o Mercado Financeiro! O livro revela a associação do número PHI com as ciências e artes do mundo antigo e também a conexão com a teoria fractal e as mais recentes descobertas cosmológicas como a teoria das cordas. A obra conclui que a matemática foi a indutora do desenvolvimento da humanidade e, desta forma, em menor escala, também poderá ser a mola propulsora do desenvolvimento de cada pessoa, da comunidade e do país. O leitor ficará surpreso com os assuntos escritos de maneira simples, informal e didática e, com certeza, vai se apaixonar pela matemática! Prepare-se para uma viagem fantástica!

Comentários:

Ah, aventureiros das letras e mentes curiosas que atravessam as vastidões do cosmo e os meandros da matemática! Ei-los diante de uma joia resplandecente da literatura: "Número Phi, a Ponte Cósmica", uma obra magistralmente e cuidadosamente tecida, criada e/ou concatenada, letra por letra, palavra por palavra, uma verdadeira Magnum Opus, concebida pelo erudito Cláudio A. Prado. Desde tempos imemoriais, a humanidade tem sido encantada e maravilhada com os mistérios do Número Phi. Platão, o grande filósofo da Grécia antiga, em sua obra "Timaeus", reverenciou este número, alegando ser a essência e a chave do Cosmo. Prado, armado com uma espada afiada, a palavra escrita, e uma mente mais aguçada, explora esta conexão ancestral, remontando aos sumérios, com seu pentagrama mágico, até as reflexões de Euclides. O vernáculo escolhido por Prado é, de fato, um feitiço linguístico, misturando o antigo e o moderno, o místico e o lógico. Cada página é um portal que nos transporta por paisagens matemáticas e cósmicas, revelando as ligações do Phi, desde os átomos mais minúsculos até as vastas galáxias. A destreza de Prado em entrelaçar o Número Phi com múltiplos domínios é verdadeiramente impressionante. Ele nos leva a uma dança entre matemática e natureza, onde geometria, biologia, artes, arquitetura, astronomia e música convergem em harmonia. E, oh, que surpresa! Até o Mercado Financeiro, esse dragão moderno, é tocado pela magia do Phi. Prado, assim como um mestre dos mistérios matemáticos habilidoso, guia-nos através das maravilhas da teoria fractal e das complexidades da teoria das cordas, mostrando que a matemática, esse idioma etéreo, não é apenas uma ferramenta de lógica, mas uma força propulsora da evolução humana. A jornada de "Número Phi, a Ponte Cósmica" não é apenas uma viagem intelectual, mas uma celebração da maravilha e da descoberta. Ao folhear suas páginas, o leitor é convidado a ver o mundo com uma nova perspectiva, onde cada padrão, cada forma, ressoa com a melodia do Phi. Prepare-se, caro leitor, para ser transportado, encantado e, acima de tudo, para se apaixonar novamente pela majestade da matemática.

Link para adquirir: Click

Ao adquirir este livro pelo link, você ajuda o blog.
Desde já obrigado por sua atenção, paciência e ajuda.

quarta-feira, 23 de março de 2011

A segunda casa

O que é Terreno é Temporal e Passageiro; Mas o que é do Espírito é Eterno e não acabará! A Igreja Instituição é Terrena; A Igreja Espiritual é Eterna! Por tanto, as pequenas e grandes congregações de Cristo Jesus na Terra não passam de coisas Temporais para atender as necessidades da Carne para pessoas Carnais... Já um Império Religioso tem como fim fazer se o Poder dos Carnais sobre os Espirituais. Estes Impérios têm nomes muito bonitos, e alguns tem aparências chorudas... Mas não passam mesmo de Pedra-sobre-Pedra para que os Fariseus sedentos de Poderio se possam resguardar como em uma Fortificação. Quem morre por essa Fortificação e Poderio é o Povo enganado por esses Homens que se dizem Guiados por Deus !! Deus não se alia à Cartéis... Pois seu povo é errante sobre a Terra e caminho dia-após-dia em direção a seu Reino que está no Céu! O que tenho a dizer sobre esses templos suntuosos construídos pela ganância dos “Grandes Homens de Deus” sob o sofrimento e exploração daqueles que nada tem é o mesmo que Jesus:

“Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.” - Mateus 24:2

Até quando não percebereis que Deus não mais habita templos feitos por mãos humanas. A glória da segunda casa é maior que dá primeira. Qual é a segunda casa?

“Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada... como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo... No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito.” - João 14: 23 / 1ª. Pedro 2:5 / Efésios 2:22

Aguardo pelos dias que, nos veremos face a face. “Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.” - I Coríntios 1:13





Texto escrito por um irmão do Caminho.

terça-feira, 15 de março de 2011

Viajando...

 
Só viajando é que compreendemos o Caminho. Jesus ensinava enquanto andava em suas viagens. Apenas caminhando compreende-se o Caminho. Nossa fé é loucura, pois é a viajem ao centro de tudo, ao EU SOU que há em cada um de nós. 

domingo, 23 de janeiro de 2011

A Máquina Quântica

. . . e pôs a eternidade no coração do homem.
Salomão, no livro de Eclesiastes
Um grupo considerável de pessoas neste fim de milênio já não pensa em "tempo" do mesmo modo que a maioria dos seres humanos ainda concebe esta dimensão. Hoje, com os novos experimentos da física quântica, uma revolução está para acontecer. Haverá grande aproximação entre ciência e religião, entre tecnologia e biologia, entre máquina e realidade orgânica. Muitas das hoje chamadas energias sutis - bem conhecidas por profetas e místicos como mundo espiritual - estarão ao alcance da ciência e da tecnologia.
Máquinas serão construídas a partir de células, criando um mundo de comunicação instantânea de informações. Serão aparatos magnéticos, e não elétricos. Nada do que hoje chamamos de avançado poderá, ainda, ser assim considerado depois que isto acontecer.
Em meio a todo esse progresso, se chegará a uma conclusão: a grande máquina quântica não está por ser criada, mas já existe há milhares de anos.
Também se descobrirá que esta máquina viva jamais foi usada em plenitude na Terra - exceto uma única vez, há cerca de dois mil anos -, pois logo após ter sido criada livre apareceu nela um desejo que, consumado, lhe atrofiou os sensores e inibiu seus recursos de percepção. Desse modo, ela perdeu a conexão com as milhares de formas de energias sutis e dimensões existentes no universo. A pior de todas as perdas, todavia, aconteceu na área de voice recognition, pois nesta má¬quina quântica surgiu uma quase total impossibilidade para o reconhecimento da voz de seu Criador. A despeito disso, seu potencial não foi aniquilado, e, em tempo, ainda se saberá sobre as grandes maravilhas que a habitam.
A extraordinária tecnologia quântica presente neste planeta possui corpo, alma e espírito. O corpo experimenta o tempo; o espírito transcende ao tempo - pois tem natureza atemporal. E a alma faz o elo entre as várias formas de energia da dimensão física e psicofísica, e as profundidades das formas de existência que não podem ser medidas ou mesmo assumidas como reais no mundo das coisas palpá¬veis, pois são espirituais.
A vida humana é o grande complexo eterno-temporal a ser descoberto nas décadas por vir. E quando essa consciência se instalar, então se saberá que a eternidade habita o coração dos homens e que o tempo nada mais é que uma momentânea impressão de uma das muitas formas de existir e conhecer a existência que os humanos possuem, mas que foi em nós atrofiada por algo que na linguagem teológica se chama de a queda.
Sobretudo, se saberá que, assim como profetas visitam o que será, também podem visitar o que já foi, pois, no espírito, o que é, é; porque passado, presente e futuro nada mais são que expressões daquilo que é, e habita o interior dos seres humanos.

Trecho inicial do livro Nephilim, livro de Caio Fábio, editado pela a RAZÃO CULTURAL EDITORA é a fascinante história de Abellardo Ramez II, um homem de meia idade que experimenta fortes mudanças em suas percepções de vida após um transplante de coração. Após um certo tempo, Abellardo passa a sentir o que a doadora de seu coração experimentara em vida. Incomodado com essas sensações, decide voltar à floresta, onde estavam suas raízes. Durante a viagem, Abellardo sofre um acidente e experimenta contato com uma dimensão da existência que não consegue definir. Nesse lugar, ele encontra Enoque, o sétimo depois de Adão, o homem que não viu a morte, porque foi levado ao céu antes do dilúvio. Ao retornar, ele descobre que foi salvo da morte por um caboclo, Isaac Porto. Doente, febril, e quebrado, perdido nas margens de um rio amazônico, ele começa a ler o livro de Enoque (que estava entre seus pertences e que foi tirado do barco pelo caboclo). Achado no mar Morto, esse texto antiquíssimo conta a história de um grupo de anjos, os Vigilantes Universais, que se apaixonaram pelas mais belas mulheres existentes antes do Dilúvio bíblico, e com elas geraram filhos, gigantes poderosos, verdadeiros deuses e titãs, que se tornaram os dominadores do mundo antigo. Em meio à leitura e aos delírios da febre, Abellardo acaba viajando no tempo, indo para um período da história onde os deuses e mitos de hoje eram, de fato, os senhores dos homens. Lá ele descobre como aqueles híbridos — humano-angelicais — haviam se corrompido completamente, impondo tirania, vampirismo, canibalismo, mágicas e ciências proibidas sobre os seus escravos humanos, além de construir as grandes edificações que hoje os historiadores e arqueólogos não sabem explicar como foram feitas. Abellardo também encontra Enoque e com ele visita o Egito da primeira dinastia, governado pelos deuses, os Nephilims. Ali ele descobre a revelação de muitos segredos que até hoje atordoam a humanidade e também discerne aspectos até então obscuros sobre a presença desses seres na sociedade dos nossos dias.

O autor deste livro, liberou-o para download.